Uma equipe pequena, presente em cada troca.
A Qyndravo nasceu em 2015 de um incômodo simples: infraestrutura crítica sendo tratada como projeto que termina. Para nós, ela começa no dia da virada.
// Nosso ponto de partida
Ficamos até o sistema estar estável de verdade.
Muita consultoria entrega um diagrama e vai embora. A parte cara aparece depois, quando o tráfego real chega e nada se comporta como no ambiente de teste. Trabalhamos ao contrário: entramos cedo, medimos o que já existe e só chamamos de pronto o que sobreviveu a um pico de produção.
São onze anos operando plataformas de bancos, redes de saúde e transportadoras. Aprendemos que a maioria dos incidentes não vem de tecnologia nova — vem de suposições que ninguém escreveu.
Como conduzimos o trabalho
Quatro compromissos que aparecem em cada contrato, não porque soam bem, mas porque já custaram caro quando faltaram.
Medir antes de mexer
Nenhuma mudança entra sem uma linha de base. Se não dá para comparar depois, a decisão vira palpite.
Reversão testada
Todo release tem um caminho de volta que já foi ensaiado. O plano B existe muito antes do incidente.
Documentar a decisão, não só o código
Registramos por que algo foi feito de um jeito. Seis meses depois, isso vale mais que qualquer comentário.
Custo é requisito
Uma arquitetura elegante que triplica a fatura não está pronta. Tratamos gasto na mesma mesa que desempenho.
Uma pessoa responsável
Cada projeto tem um nome à frente, acessível por telefone. Sem repasse de responsabilidade entre camadas.
Entregar autonomia
O objetivo é o seu time operar sem nós. Deixamos runbooks, treino e um período de acompanhamento.
Pessoas responsáveis
Somos nove ao todo. Estes três respondem pelos projetos do começo ao fim.
Renata Maziero
Arquitetura de sistemas
Quinze anos em plataformas de alto volume. Cuida da topologia e das decisões que ficam difíceis de mudar depois.
Diego Camargo
Confiabilidade e operação
Lidera o plantão de incidentes. Escreve os runbooks que o cliente usa quando não estamos na sala.
Letícia Fontana
Dados e custos
Cuida de pipelines e da conta no fim do mês. Trata FinOps como parte da engenharia, não como planilha à parte.
Preferimos um sistema entediante a um sistema impressionante. O tédio, aqui, é sinal de que tudo está no lugar.
Trabalho sério, do diagnóstico à virada.
Se o assunto é infraestrutura que precisa aguentar crescimento, comece por uma conversa sem compromisso.
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